Por que não caminhamos sozinhos?

Desde a pré-história somos seres que utilizam a cooperação como forma de sobrevivência. Dessa forma, cooperar não é só uma ação positiva, no sentido de ajudar o próximo, mas de ajudar a si mesmo, especialmente quando o desejo é sobreviver.  Nessa mesma esteira, é possível crer que não caminhamos sozinhos, ainda que, em muitas situações,Continuar lendo “Por que não caminhamos sozinhos?”

O que esperar das eleições?

Uma certeza que tenho a cada período eleitoral é a de que o meu voto é mais importante do que eu. Além dela, a de que as ruas estarão mais sujas e barulhentas. Ninguém está interessado naquilo que você pensa, em ideias, projetos ou experiências que poderiam ajudar a gestão do município. Ninguém está pensandoContinuar lendo “O que esperar das eleições?”

O que é o tédio?

Você acordou cedo. O dia lá fora está cinzento. Uma chuva fina caiu durante toda a noite. Você abre um pouco as persianas e vê que não há motivos para que seu dia seja bom. Volta para cama e descobre uma imensa preguiça tomando conta do seu corpo. A sua mente está ativa. Ela pensaContinuar lendo “O que é o tédio?”

O que está nas entrelinhas?

Todo texto possui linhas e entrelinhas. Algumas pessoas apenas leem o que está nas linhas, talvez porque o tempo seja curto e a pressa maior. Mas as que gostam de pensar e refletir, leem tudo, principalmente as entrelinhas.  As entrelinhas escondem as intenções do autor. O que ele pensa ou a forma como ele costumaContinuar lendo “O que está nas entrelinhas?”

O que é melhor: o ser, o ter ou o estar?

Por impulso responderíamos “o ser”. É melhor ser uma boa pessoa sem dinheiro do que ter dinheiro e ser uma pessoa ruim. A lógica em nosso cérebro parece óbvia. Costumamos associar o ser à alma, às qualidades, enquanto o ter, a algo corporal, material e aos vícios. Mas como estamos aqui para refletir, uma novaContinuar lendo “O que é melhor: o ser, o ter ou o estar?”

O que aprendemos com os jardins?

Jardins são como templos, silenciosos e sagrados. Mas nem sempre essa foi a minha opinião. Ter um jardim em casa passa necessariamente por duas mudanças: a primeira é na forma de pensar, a segunda é na forma de agir. Mudar de opinião ou de ideia não é tão fácil como se imagina, pois envolve umaContinuar lendo “O que aprendemos com os jardins?”

O que há entre os extremos?

Uma simples régua é o exemplo ideal dos extremos. O que há neles? As respostas variam: o máximo e o mínimo; o maior e o menor; o muito e o pouco; o tudo e o nada. Extremos nos dão a mostra de que num sentido da régua encontraremos o maior número e no sentido opostoContinuar lendo “O que há entre os extremos?”

Por que nos decepcionamos?

Desapontamento, desilusão, frustração. Todos os significados nos informam que a decepção é um sentimento criado ou sentido por nós, e não pelos outros, como muitos acreditam. Portanto, decepcionar é um ato que podemos evitar, ainda que seja uma árdua tarefa. Epicteto, filósofo grego, dizia em seu O Manual para a Vida, que “As coisas seContinuar lendo “Por que nos decepcionamos?”

Por que é preciso ser diferente?

“Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes”. A frase atribuída a Albert Einstein é perfeita para começarmos este texto, porque a partir de agora precisamos definir o que é ser diferente. Conheço gente que se diz diferente, mas só andaContinuar lendo “Por que é preciso ser diferente?”

O que é ter empatia?

Palavra da moda, empatia é algo difícil de ser alcançado. Colocar-se no lugar do outro. Compreender as emoções do outro. Entender o que o outro está sentindo, buscando para tanto ter os mesmos sentimentos que ele ou ela. Ou como diziam e dizem os mais velhos: “não faça com os outros o que você nãoContinuar lendo “O que é ter empatia?”

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